Cristiano Quevedo - Esses Campeiros de Todo Dia
Composição: Gujo Teixeira / Cristiano Quevedo
G9 Bm7(b5) E7 Am D7/F# Am D7 G Bm7(b5) E7 Am C G D7 G
G Bm7
Esses campeiros que todo dia encilham baios em comunhões
Am7 D7
Deixam na terra marcas de cascos andejam campos nas cerrações
G Bm7
Batendo a marca pelas estradas onde se perdem imensidões
Am7 D7
Buscam na fonte de água boa matar a sede dessas paixões
G Em Am D7
Só mesmo o tempo que apaga sonhos e mostra à vida suas razões
C Am D7 G
Traz sem a pressa sem que se peça um sonho novo aos corações
Em Am D7
E quando a lida lhes cobra força sentam suas garras em redomões
C Am D7 G G7
Rangendo bastos a campo fora gastam esporas pelos fundões
C D Bm7 Em
(Estes campeiros que todo dia trocam suas vidas por ilusões
Am D7 C D7 G G7
Floreando baios gastando esporas merecem mais que simples canções)
Int. G D7 G
Bm7
Amontam potros, baguais, ventenas honrando a força dos seus garrões
Am7 D7
E se sustentam no tirador soltando armada nas marcações
G Bm7
E cai a tarde por entre os cerros maragateando as amplidões
Am7 D7
E cevam mates de erva buena contam histórias pelos galpões
G Em Am D7
E lembram versos e cantorias na parceria dos violões
C Am D7 G
As mãos campeiras semeiam notas por entre as primas e os bordões
Em Am D7
A mesma noite que traz os medos e os segredos de assombrações
C Am D7 G G7
Acende estrelas e olhos lindos brilhando tantas constelações
( )
"Sou a alma cheia e tão longa,
Como os caminhos que voltam
Substituindo os espinhos
E a perda de alguns carinhos.
Velhos e antigos afrontes,
Surgiram muitos, aos montes,
Nesta minha vida aragana,
Destas andanças veterana,
De ir descampando horizontes."
(Eis o Homem / Marco Aurélio Campos)
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sábado, 19 de março de 2011
Cifra... Cristiano Quevedo...
Cristiano Quevedo - Contraponto
Composição: Paulo de Freitas Mendonça / Fabiano Bacchiere / Cristiano
Quevedo
Am E7 Am
Este meu jeito de alçar a perna
F E7
De mirar ao longe o horizonte largo
Bm7(b5) E7
É o contraponto de beber auroras
Am
Quando cevo a alma pra sorver o amargo
Este silêncio que me traz distâncias
F E7
Que me agranda o canto entre campo e céu
Bm7(b5) E7
É o contraponto de acender o fogo
Am
Meço um metro e pouco da espora ao chapéu
G7
(Esta coragem de pelear de adaga
G#º Am
De ser gigante pela liberdade
F C
É o contraponto de ajuntar terneiros
E7 Am
De acenar aos velhos e ter humildade
G7
Esta audácia de buscar de buscar o novo
G#º Am
Sem pisar o rastro ou reascender as brasas
F C
É o contraponto de ter prenda e filhos
E7 Am Bis
De ficar tordilho ao redor das casas)
Int. ( )
Composição: Paulo de Freitas Mendonça / Fabiano Bacchiere / Cristiano
Quevedo
Am E7 Am
Este meu jeito de alçar a perna
F E7
De mirar ao longe o horizonte largo
Bm7(b5) E7
É o contraponto de beber auroras
Am
Quando cevo a alma pra sorver o amargo
Este silêncio que me traz distâncias
F E7
Que me agranda o canto entre campo e céu
Bm7(b5) E7
É o contraponto de acender o fogo
Am
Meço um metro e pouco da espora ao chapéu
G7
(Esta coragem de pelear de adaga
G#º Am
De ser gigante pela liberdade
F C
É o contraponto de ajuntar terneiros
E7 Am
De acenar aos velhos e ter humildade
G7
Esta audácia de buscar de buscar o novo
G#º Am
Sem pisar o rastro ou reascender as brasas
F C
É o contraponto de ter prenda e filhos
E7 Am Bis
De ficar tordilho ao redor das casas)
Int. ( )
Cifra... Cristiano Quevedo...
Cristiano Quevedo - Madrugadas Gavionas
Composição: Jairo Fernandes Lambari / Cristiano Quevedo
G G7 C Bm7 Am7 D7 G D7 G G7 C Bm7 Bbm7 Am7 D7 G D7
G Am7
Mirei a última estrela, quando já clareava o dia
D7 G
Entre gaitas poesia e guitarreiros da fronteira
B7 Em G
Ou de minha alma guerreira, retornara à querência
D7 G
Pra beber a própria essência da velha pátria campeira Bis
G7 C G
(Ah, meu Rio Grande crioulo, de guitarras e cordeonas
Bm7 Bbm7 Am7 D7 G Bis
Canto tropas e potreadas nas madrugadas gavionas)
Int.
G Am7
Mirei a última estrela, emponchado de telurismo
D7 G
Ouvi a voz do atavismo da pátria mãe que nos chama
B7 Em G
Pra neste fim de semana, reverenciar a cultura
D7 G
Num manancial que emoldura a casta chucra aragana Bis
( ) Int.
G Am7
Por certo vou continuar, a mirar a última estrela
D7 G
Esta luz guia sinuela de tropeiros e andantes
B7 Em G
E quem é que nos garante que este astro fogoneiro
D7 G
Não é um fogão fronteiro, dos que já foram antes Bis
( ) ( ) Int. Cm G D7 G
Composição: Jairo Fernandes Lambari / Cristiano Quevedo
G G7 C Bm7 Am7 D7 G D7 G G7 C Bm7 Bbm7 Am7 D7 G D7
G Am7
Mirei a última estrela, quando já clareava o dia
D7 G
Entre gaitas poesia e guitarreiros da fronteira
B7 Em G
Ou de minha alma guerreira, retornara à querência
D7 G
Pra beber a própria essência da velha pátria campeira Bis
G7 C G
(Ah, meu Rio Grande crioulo, de guitarras e cordeonas
Bm7 Bbm7 Am7 D7 G Bis
Canto tropas e potreadas nas madrugadas gavionas)
Int.
G Am7
Mirei a última estrela, emponchado de telurismo
D7 G
Ouvi a voz do atavismo da pátria mãe que nos chama
B7 Em G
Pra neste fim de semana, reverenciar a cultura
D7 G
Num manancial que emoldura a casta chucra aragana Bis
( ) Int.
G Am7
Por certo vou continuar, a mirar a última estrela
D7 G
Esta luz guia sinuela de tropeiros e andantes
B7 Em G
E quem é que nos garante que este astro fogoneiro
D7 G
Não é um fogão fronteiro, dos que já foram antes Bis
( ) ( ) Int. Cm G D7 G
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